Defesa de Marconi Perillo e José Eliton estudam possibilidades para recorrer à decisão do TCE


Governo tucano teve contas de 2018 rejeitadas pelo Tribunal. Defesa argumenta que ambos possuem convicção de que executaram corretamente o orçamento

Os advogados do governo tucano dizem estar estudando as possibilidades jurídicas para recorrer à rejeição das contas de 2018 por parte do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Um dos juristas que integra a equipe de defesa do governo, disse ao Jornal Opção que ainda não há uma “estratégia firmada”, mas comentou cada uma das alternativas.

“Podemos recorrer perante ao TCE, à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) ou judicializar a questão. Podemos ingressar com a primeira, segunda, terceira, ou com as três possibilidades ao mesmo tempo. Não há preferência de uma sobre a outra”, explicou a defesa.

Para o advogado, “o importante é entender que não há discernimento sobre o que é de responsabilidade do Marconi Perillo e o que é de responsabilidade do José Eliton. O julgamento é sobre as contas do governo, e não sobre as contas de um ou de outro. A responsabilização é igual para os dois”, garantiu.

Por fim, o advogado garantiu à reportagem que a defesa não irá resignar. “Vamos lutar para que possamos desconstituir essa decisão”. O jurista garantiu, por fim, que ambos estão convictos de que aplicaram e executaram corretamente o orçamento conforme prevê a Constituição e as demais leis vigentes.

Contramão

A declaração da defesa se opõe às pretensões do deputado estadual Talles Barreto (PSDB) que, em entrevista ao Jornal Opção, disse que aguarda a chegada da decisão do TCE ao Legislativo para que possa conferir as supostas irregularidades e trabalhar pelo discernimento dos mandatos.

“Considero importante separar os mandatos do José Eliton dos mandatos do Marconi. Seria injusto culpar um por práticas cometidas no mandato do outro, seja ele qual for. Penso que o TCE tenha avaliado dessa forma, mas se chegar à Casa algo diferente vamos atuar de maneira contrária”, argumentou.

Vale ressaltar que a Assembleia Legislativa de Goiás não possui um prazo para pautar a análise na Casa. A data ficará a critério do presidente, Lissauer Vieira (PSB).

Fonte: Jornal Opção

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