Mesmo sem casos suspeitos, Secretaria de Saúde de Goiás inicia ações para monitorar coronavírus

Plano é semelhante ao implantado no combate ao H1N1, em 2009, e se baseia em 3 pilares: vigilância epidemiológica, assistência e comunicação. Órgão diz que não há motivo para pânico.

Apesar de não ter nenhum caso suspeito, a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) começou a pôr em prática protocolos de monitoramento contra o coronavírus. O órgão ressalta que não há motivo para pânico, mesmo com a confirmação do Ministério da Saúde (MS) de três registros suspeitos no Brasil.


Segundo a superintendente de vigilância em Saúde da SES-GO, Flúvia Amorim, o plano é semelhante ao implantado em 2009 para combater a epidemia de H1N1. Ele é baseado em três pilares:


  • Vigilância epidemiológica: monitoramento e notificações de casos suspeitos

  • Assistência: preparar a rede e as unidades de saúde para fazer o atendimento se surgirem casos suspeitos

  • Comunicação: repassar as informações que forem surgindo e explicar para a população detalhes como sintomas e modos de prevenção


"Não há motivo para pânico. Goiás não tem nenhum caso suspeito. Mas devemos tomar algumas precauções semelhantes aquelas contra o H1N1, como lavar sempre as mãos e usar lenço de papel e álcool em gel", explica Flúvia.

Ela pontua também que quem apresentar sintomas como febre, tosse e dificuldades para respirar deve procurar uma unidade de saúde. É feito uma coleta e verificação de 11 vírus. Se nenhum deles der positivo, a amostra é encaminhada para uma unidade de referência em São Paulo.


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Coronavírus no Brasil


Segundo o Ministério da Saúde, existem três casos suspeitos de coronavírus no Brasil, em São Leopoldo (RS), em Curitiba (PR) e em Belo Horizonte (MG).


O governo informou, ainda, que os dois pacientes do Sul do país se enquadram na definição de quadro suspeito estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), com febre, pelo menos um sintoma respiratório e possível contato com a doença, em qualquer lugar da China, nos últimos 14 dias.


Com esses novos casos em investigação, o ministério elevou a classificação de risco do Brasil para o nível 2, que significa "perigo iminente" - até segunda-feira (27) o país estava em nível 1 de alerta. A mudança de patamar faz parte de um protocolo envolvendo a escala, que vai de 1 a 3 - o nível mais elevado só é ativado quando são confirmados casos transmitidos em solo nacional.


  • Nível 1 - alerta

  • Nível 2 - perigo iminente

  • Nível 3 - emergência em saúde publica

Além disso, orienta que brasileiros evitem viajar à China ou embarquem somente em casos de extrema necessidade.




Com informações do G1


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