Secretário da Retomada diz que pretende promover o aquecimento da economia goiana rapidamente

Em entrevista à RBC, César Moura, titular da nova Pasta do Governo Estadual, informou que foco inicial é a adoção de ações emergenciais de emprego e renda

O secretário de Estado da Retomada, nova Pasta criada recentemente, César Moura, disse que pretende promover o aquecimento da economia goiana “o mais rápido possível”. A expectativa é obter resultados até o início do próximo ano. Para isso, a nova Secretaria tem como foco inicial a adoção de ações emergenciais de emprego e renda. Já no longo prazo, a meta é fortalecer a economia local, das cidades e do Estado.


César Moura foi entrevistado nesta segunda-feira, 17, pelo programa O Mundo em sua Casa das rádios Brasil Central AM e RBC FM. Ele conversou com os apresentadores Marcelo Cabral e Paulo Henrique Santos sobre a criação da Secretaria da Retomada e suas atribuições ligadas às áreas de desenvolvimento social, econômico e de inovação.


O secretário lembrou que Goiás é o primeiro Estado a criar uma Secretaria com tais atribuições, já pensando no período pós-pandemia, enquanto em outras unidades da Federação foram constituídos grupos de trabalho ou forças tarefa, que não têm a mesma efetividade de uma Secretaria.


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Itegos e Sine


Ele explicou que a Secretaria da Retomada conta, em sua estrutura, com 17 Institutos Tecnológicos (Itegos) e o Sistema Nacional de Emprego (Sine). “Estamos fazendo primeiro o trabalho de aproximar o Sine das empresas, porque elas se afastaram. E o Sine conversa mais fácil com a população vulnerável, que precisa de emprego. Queremos que a empresa solicite uma vaga e a gente utilize o Itego para capacitar esse trabalhador que não consegue emprego”, afirmou.


César informou que a nova Pasta conta ainda, em sua estrutura, com as áreas de economia criativa, arranjos produtivos locais, artesanato e cooperativismo. “São todas ferramentas para a gente acelerar a retomada (da economia), gerar emprego e renda”, salientou.


Agricultura Familiar


Ele citou também recente ação da Secretaria da Agricultura, que adquiriu R$ 4 milhões em produtos da agricultura familiar para doar a instituições filantrópicas. Outra ação relacionada à agricultura familiar foi a compra de mandioca, por parte de uma multinacional, de pequenos produtores da região de Cavalcante e Posse.


Indagado sobre a perspectiva de recuperação da economia goiana, ponderou que ainda está em vigor a suspensão temporária do contrato de trabalho, medida que manteve grande parte dos trabalhadores empregados. “A gente precisa saber como vai reagir o mercado quando essa medida não valer mais”, ponderou. Embora tenha dito que espera uma rápida recuperação da economia goiana, até o início de 2021, avaliou que para recuperar o prejuízo da guerra contra o novo coronavírus será necessário prazo mais longo, de cinco a sete anos.


Micro e pequenas empresas


César Moura afirmou ainda que pretende lançar, nesta semana, ações de apoio às micro e pequenas empresas. O propósito é equilibrar as medidas destinadas a este segmento com as destinadas às grandes empresas, de forma a conseguir que a economia goiana fique aquecida como um todo.


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Sobre a parceira com a Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), disse que a instituição fornece a radiografia, as informações a respeito dos mais vulneráveis com os quais trabalha diariamente. E essas informações são utilizadas para equilibrar as ações da Secretaria da Retomada.


Com informações da ABC Digital


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