Secretário de Segurança Pública de Goiás pede afastamento após denúncia.

Assume interinamente o Superintendente de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado, delegado Alexandre Lourenço

O governo de Goiás divulgou, nesta segunda-feira (8), um comunicado informando que o secretário de Segurança Pública, Rodney Miranda, pediu afastamento do cargo. Segundo o texto, ele estaria se retirando para “esclarecer todas as denúncias feitas contra ele” em um áudio que circula pelas redes sociais. O caso é investigado pela Polícia Civil.


''O Secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, pediu afastamento do cargo para esclarecer todas as denúncias feitas contra ele. Assume interinamente o Superintendente de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado, delegado Alexandre Lourenço.''

O processo já está instaurado na Polícia Civil e terá o acompanhamento do Ministério Público e da Controladoria-Geral do Estado de Goiás.


A SSP explicou que Rodney estará de férias pelos próximos 15 dias. Interinamente, o superintendente de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado da SSP, delegado Alexandre Lourenço, é quem assume a pasta.

Na última quinta-feira (4), foi compartilhado nas redes sociais um áudio em que Rodney é acusado de desviar R$ 1 milhão do Corpo de Bombeiros e de solicitar grampos ilegais de telefone.


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À TV Anhanguera, o secretário negou ter cometido os atos e informou que pediu a investigação sobre o vazamento da gravação e as denúncias. O G1 voltou a procurá-lo, por telefone e mensagem, na manhã desta segunda-feira para saber sobre o afastamento e aguarda retorno.

Suposto autor da gravação, Jorge Caiado, que é primo do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), não atendeu às ligações e mensagens da reportagem até a publicação desta reportagem. No sábado (6), ele disse à TV Anhanguera que não queria comentar o caso. Jorge Caiado não ocupa nenhum cargo no governo estadual.


Investigações


De acordo com nota da SSP, foram instaurados dois inquéritos: "um que se refere às acusações feitas ao secretário e outro que se refere ao vazamento do áudio".


A Polícia Civil informou, por meio de nota, que "apura os fatos que, em tese, caracterizam crime e que chegam ao seu conhecimento". A corporação disse ainda que "está reunindo elementos de prova para essa investigação".


Por Marcos Alexandre com informações do G1 e da Secom - Governo de Goiás






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