The resurrection: Lula quer ressuscitar 2002 com PT, PcodB e Psol para as eleições 2020

Com o objetivo de construir uma agenda forte e de oposição ferranha durante as eleições municipais 2020 contra os candidatos ligados à Direita e Centro-Direita e principalmente aqueles que forem apoiados pelo Governo Bolsonaro. O ex-presidente quer unificar o que sobrou da esquerda raiz para construir uma agenda forte e de oposição Lula quer ressuscitar 2002!


O encontro.


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu no último sábado (18) com o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdohB), em mais um capítulo da tentativa de formar uma frente ampla de partidos e lideranças empresariais contra o grupo de Jair Bolsonaro (sem partido).


A ideia da frente ampla é reunir líderes da esquerda, do centro e da direita contra a ala bolsonarista, identificada por eles como de extrema-direita e como uma ameaça aos valores democráticos. Na segunda-feira, o governador se reúne com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), um dos conselheiros do apresentador Luciano Huck. A celebridade da TV foi sondada pelo Cidadania para ser candidato em 2018, mas acabou não aceitando.


O que Lula pretende unificar.


Luiz Inácio Lula da Silva pretende unificar a oposição ao governo Jair Bolsonaro em torno das críticas à política econômica, comandada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Nos dois discursos feitos depois dos 580 de prisão, Lula indicou que sua estratégia para buscar o apoio da população, sobretudo dos mais carentes, será focada nos ataques ao aumento da pobreza, do desemprego, à precarização das relações de trabalho, à redução do poder de compra do trabalhador e às novas regras para a aposentadoria.


Lula tem reunido dados econômicos do governo Bolsonaro e deve comparar indicadores como emprego e renda aos das gestões petistas, para buscar argumentos contra a atuação de Guedes.


Continua depois da Publicidade


As críticas ao Governo.


Com as críticas à política econômica, Lula buscará o apoio do centro político. O petista deve tentar se reaproximar do ex-governador Ciro Gomes (PDT), com um discurso crítico à reforma da Previdência e ao “desmonte” de estatais. Um aliado do ex-presidente diz que Lula está aberto ao diálogo, mas observa que, “tem de ser uma via de mão dupla” e Ciro tem que estar disposto a participar de uma frente ampla de centro-esquerda.


Com as críticas à política econômica, Lula buscará o apoio do centro político. O petista deve tentar se reaproximar do ex-governador Ciro Gomes (PDT), com um discurso crítico à reforma da Previdência e ao “desmonte” de estatais. Um aliado do ex-presidente diz que Lula está aberto ao diálogo, mas observa que, “tem de ser uma via de mão dupla” e Ciro tem que estar disposto a participar de uma frente ampla de centro-esquerda. Ciro já disse que não quer conversa!


O texto acima foi construído a partir dos conteúdos publicados no Portal Folha, O Globo, Revista Veja e Twitter.


0 visualização
  • White Facebook Icon
  • Branca Ícone Instagram
  • Branca ícone do YouTube
  • White Twitter Icon

LEIA PRIMEIRO

© 2020 POR MARCK PUBLICIDADE.