Witzel pede que Polícia Civil investigue morte de Bebianno

Atualizado: Abr 1

Bebianno morreu em Teresópolis, na região serrana, dentro de casa. Seu corpo foi enterrado em menos de 24 horas, sem autópsia.

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) pediu que a Polícia Civil investigue as circunstâncias da morte de Gustavo Bebianno, ex-ministro de Jair Bolsonaro. Bebianno faleceu na madrugada deste sábado (14) vítima de um infarto fulminante, aos 56 anos. A informação é do Radar, da revista Veja.


A polícia do Rio já informou, com informações do Instituto Médico Legal (IML), que Bebianno foi vítima de um infarto agudo do miocárdio. Ele morreu em Teresópolis, na região serrana, dentro de casa. Seu corpo foi enterrado em menos de 24 horas, sem autópsia.


“O corpo de Gustavo Bebianno foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) para realização de exame de necropsia em cumprimento a protocolo de investigação nos casos em que o médico do serviço de saúde não atesta a causa da morte”, diz o comunicado.


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“De acordo com exames periciais realizados, até o momento a causa seria por infarto agudo do miocárdio, ou seja, de causa natural. Os familiares informaram que o advogado teria sofrido uma queda logo após sentir-se mal, o que teria gerado ainda uma lesão na cabeça”, continua.


Bebianno foi o primeiro ministro a deixar o governo do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido-RJ), em fevereiro de 2019. Sua demissão foi confirmada em meio a uma crise no governo que se originou com a suspeita de que o PSL, partido ao qual Bolsonaro e Bebianno eram filiados, teriam usado candidatura “laranja” nas eleições de 2018.


Com informações da Revista Fórum.

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